MACKENZIE – 2002 – VESTIBULAR – GRUPO I – 1Âș SEMESTRE – UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE / SP – GABARITO COMENTADO & TEXTO TRADUZIDO.
❑ PROVA DE LĂNGUA INGLESA: MACKENZIE-2020-PM/BAGĂ/RS-PROFESSOR(A).
❑ ESTRUTURA-PROVA:
➭ 10 Multiple Choice Questions / 5 Options Each Question.
➭ Text – RELIGION AND THE BRAIN | Newsweek |
❑ PROVA:
RELIGION AND THE BRAIN
A RELIGIĂO E O CĂREBRO
No novo domĂnio da "Neuroteologia", os cientistas procuram a base biolĂłgica da espiritualidade. SerĂĄ que Deus estĂĄ na nossa cabeça?
BY SHARON BEGLEY
One Sunday morning in March, 19 years ago, as Dr. James Austin waited for a train in London, he __(I)__ away from the tracks toward the river Thames. The American neurologist, __(II)__ was spending a sabbatical year in England, saw nothing out of the ordinary: the grimy Underground station, a few dingy buildings, some pale gray sky. He __(III)__, a bit absent-mindedly, about the Zen Buddhist retreat he was headed toward. And then, Austin suddenly felt a sense of enlightenment unlike anything he had ever experienced. His sense of individual existence, of separateness from the physical world around him, evaporated like morning mist in a bright dawn. ”Time was not present,“ he says. ”I had a sense of eternity. My old yearnings, loathings, fear of death and insinuations of selfhood vanished.“
Numa manhĂŁ de domingo, em março, hĂĄ 19 anos, enquanto o Dr. James Austin esperava por um comboio em Londres, afastou-se dos carris em direção ao rio Tamisa. O neurologista americano, __(II)__ que estava a passar um ano sabĂĄtico em Inglaterra, nĂŁo viu nada de extraordinĂĄrio: a estação de metro suja, alguns edifĂcios sujos, um cĂ©u cinzento pĂĄlido. Ele __(III)__, um pouco distraĂdo, sobre o retiro Zen Budista para onde se dirigia. E entĂŁo, de repente, Austin sentiu uma sensação de iluminação diferente de tudo o que jĂĄ tinha experimentado. O seu sentido de existĂȘncia individual, de separação do mundo fĂsico que o rodeava, evaporou-se como a nĂ©voa da manhĂŁ num amanhecer luminoso. "O tempo nĂŁo estava presente", diz ele. "Eu tinha uma sensação de eternidade. Os meus antigos anseios, aversĂ”es, medo da morte e insinuaçÔes de egoĂsmo desapareceram."
Numa manhĂŁ de domingo, em março, hĂĄ 19 anos, enquanto o Dr. James Austin esperava por um comboio em Londres, afastou-se dos carris em direção ao rio Tamisa. O neurologista americano, __(II)__ que estava a passar um ano sabĂĄtico em Inglaterra, nĂŁo viu nada de extraordinĂĄrio: a estação de metro suja, alguns edifĂcios sujos, um cĂ©u cinzento pĂĄlido. Ele __(III)__, um pouco distraĂdo, sobre o retiro Zen Budista para onde se dirigia. E entĂŁo, de repente, Austin sentiu uma sensação de iluminação diferente de tudo o que jĂĄ tinha experimentado. O seu sentido de existĂȘncia individual, de separação do mundo fĂsico que o rodeava, evaporou-se como a nĂ©voa da manhĂŁ num amanhecer luminoso. "O tempo nĂŁo estava presente", diz ele. "Eu tinha uma sensação de eternidade. Os meus antigos anseios, aversĂ”es, medo da morte e insinuaçÔes de egoĂsmo desapareceram."
Rather than interpret his instant of grace as proof of a reality beyond the comprehension of our senses, Austin took it as ”proof of the existence of the brain.“ As a neurologist, he accepts that all we see, hear, feel and think is mediated or created by the brain. Austin’s moment in the Underground therefore inspired him to explore the neurological underpinnings of spiritual and mystical experience. In order to feel that time, fear and self-consciousness __(IV)__, he reasoned, certain brain circuits must be interrupted. Which ones? Activity in the amygdala, __(V)__ monitors threats and registers fear, must be damped. Parietal-Iobe circuits, which orient you in space and mark the sharp distinction between self and world, must go quiet. Frontal- and temporal-lobe circuits, __(VI)__ mark time and generate self-awareness, must disengage.
Em vez de interpretar o seu instante de graça como prova de uma realidade para alĂ©m da compreensĂŁo dos nossos sentidos, Austin tomou-o como "prova da existĂȘncia do cĂ©rebro". Como neurologista, aceita que tudo o que vemos, ouvimos, sentimos e pensamos Ă© mediado ou criado pelo cĂ©rebro. O momento de Austin no metro inspirou-o, portanto, a explorar os fundamentos neurolĂłgicos da experiĂȘncia espiritual e mĂstica. Para sentir o tempo, o medo e a auto-consciĂȘncia __(IV)__, argumentou, certos circuitos cerebrais tĂȘm de ser interrompidos. Quais? A atividade na amĂgdala, __(V)__ que monitoriza as ameaças e regista o medo, deve ser amortecida. Os circuitos do lobo parietal, que nos orientam no espaço e marcam a distinção nĂtida entre o eu e o mundo, devem ser silenciados. Os circuitos dos lobos frontal e temporal, __(VI)__ que marcam o tempo e geram a auto-consciĂȘncia, devem ser desactivados.
Em vez de interpretar o seu instante de graça como prova de uma realidade para alĂ©m da compreensĂŁo dos nossos sentidos, Austin tomou-o como "prova da existĂȘncia do cĂ©rebro". Como neurologista, aceita que tudo o que vemos, ouvimos, sentimos e pensamos Ă© mediado ou criado pelo cĂ©rebro. O momento de Austin no metro inspirou-o, portanto, a explorar os fundamentos neurolĂłgicos da experiĂȘncia espiritual e mĂstica. Para sentir o tempo, o medo e a auto-consciĂȘncia __(IV)__, argumentou, certos circuitos cerebrais tĂȘm de ser interrompidos. Quais? A atividade na amĂgdala, __(V)__ que monitoriza as ameaças e regista o medo, deve ser amortecida. Os circuitos do lobo parietal, que nos orientam no espaço e marcam a distinção nĂtida entre o eu e o mundo, devem ser silenciados. Os circuitos dos lobos frontal e temporal, __(VI)__ que marcam o tempo e geram a auto-consciĂȘncia, devem ser desactivados.
More and more scientists __(VII)__ to ”neurotheology“, the study of the neurobiology of religion and spirituality. What all the new research shares is a passion for uncovering the neurological underpinnings of spiritual and mystical experiences, - for discovering, in short, what happens in our brains __(VIII)__ we sense that we ”__(IX)__ a reality different from - and, in some crucial sense, higher than - the reality of everyday experience,“ as psychologist David Wulff of Wheaton
36 College in Massachusetts puts it. In neurotheology, psychologists and neurologists try to pinpoint which regions turn on, and which turn off, during experiences that seem to exist outside time and space. Spiritual experiences are so consistent across cultures, across time and across faiths, says Wulff, that it ”suggests a common core that is likely a reflection of structures and processes in the human brain.“ In ”Why God Won’t Go Away,“ published in April, Dr. Andrew Newberg of the University of Pennsylvania and his late collaborator, Eugene d’Aquili, use brain-imaging technology to identify what seems to be the brain’s spirituality circuit.
Cada vez mais cientistas __(VII)__ Ă "neuroteologia", o estudo da neurobiologia da religiĂŁo e da espiritualidade. O que todas as novas investigaçÔes partilham Ă© a paixĂŁo por desvendar os fundamentos neurolĂłgicos das experiĂȘncias espirituais e mĂsticas, - por descobrir, em suma, o que acontece nos nossos cĂ©rebros __(VIII)__ quando sentimos que "__(IX)__ uma realidade diferente - e, num sentido crucial, superior - Ă realidade da experiĂȘncia quotidiana", como diz o psicĂłlogo David Wulff, do Wheaton College, em Massachusetts. Na neuroteologia, psicĂłlogos e neurologistas tentam identificar que regiĂ”es se ativam e quais se desligam durante experiĂȘncias que parecem existir fora do tempo e do espaço. As experiĂȘncias espirituais sĂŁo tĂŁo consistentes em todas as culturas, em todos os tempos e em todas as religiĂ”es, diz Wulff, que "sugere um nĂșcleo comum que Ă© provavelmente um reflexo de estruturas e processos no cĂ©rebro humano". Em "Why God Won't Go Away", publicado em abril, o Dr. Andrew Newberg da Universidade da PensilvĂąnia e o seu falecido colaborador, Eugene d'Aquili, utilizam tecnologia de imagem cerebral para identificar o que parece ser o circuito de espiritualidade do cĂ©rebro.
(Adapted from Newsweek).
21 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
As lacunas I, III e VII devem ser preenchidas respectiva e corretamente por:
(A) is glancing; thinks; are flocking
(B) glances; thought; has flocked
(C) glanced; was thinking; have flocked
(D) has been glancing; have thought; flocks
(E) has glanced; were thinking; had being flocking
As lacunas I, III e VII devem ser preenchidas respectiva e corretamente por:
(A) is glancing; thinks; are flocking
(B) glances; thought; has flocked
(C) glanced; was thinking; have flocked
(D) has been glancing; have thought; flocks
(E) has glanced; were thinking; had being flocking
đ Gabarito C
❑ Trecho da lacuna (I):
➭ "[...] One Sunday morning in March, 19 years ago, as Dr. James Austin waited for a train in London, he __(I)__ away from the tracks toward the river Thames."
➭ Numa manhĂŁ de domingo de março, 19 anos atrĂĄs, enquanto o Dr. James Austin esperava por um trem em Londres, ele DESVIOU RAPIDAMENTE O OLHAR dos trilhos em direção ao rio Thames.
➭ A expressĂŁo temporal "19 years ago" e a forma verbal "waited", sĂŁo indicativos do "SIMPLE PAST".
➭ Na lacuna, cabe semanticamente o phrasal verb "to glance away" que no "simple Past" fica "GLANCED away"(desviou o olhar rapidamente).
➭ TO GLANCE AWAY – DESVIAR O OLHAR RAPIDAMENTE, especialmente de maneira furtiva, nervosa ou secreta.
➭ "[...] "He __(III)__, a bit absent-mindedly, about the Zen Buddhist retreat he was headed toward."
➭ Ele estava pensando, um pouco distraĂdo, no retiro zen-budista para onde se dirigia.
➭ A estrutura "was headed" Ă© um indicativo do "SIMPLE PAST".
➭ Na lacuna, cabe semanticamente o verbo "to think" que no "simple Past Continuous"(was thinking) pois refere-se a ação que estava em andamento no passado (estava pensando).
➭ PAST PROGRESSIVE = Auxiliar "WAS/WERE" + Participle Present (verb-ing). - Usado esp. para indicar que uma ação ou evento estava incompleto ou em andamento em um ponto de referĂȘncia no passado, como "was sleeping" em "I was sleeping when the phone rang.".
❑ Trecho da lacuna (VII):
➭ "[...] More and more scientists __ (VII)__ to ”neurotheology“, the study of the neurobiology of religion and spirituality."
➭ Mais e mais cientistas TĂM AJUNTADO-SE Ă “neuroteologia”, o estudo da neurobiologia da religiĂŁo e da espiritualidade..
➭ Na lacuna, cabe semanticamente o verbo " to flock to" no "Present Perfect"(have flocked) pois refere-se a ação que começou no passado, sem mencionar o momento especĂfico, e ainda estĂĄ acontecendo mais e mais atĂ© atualmente: More and more scientists have flocked to ”neurotheology“, the study of the neurobiology of religion and spirituality.
➭ O auxiliar HAVE (na 3ÂȘPP) faz a concordĂąncia gramatical com o sujeito no plural "More and more scientists".
➭ PRESENT PERFECT = Auxiliar "HAVE/HAS" + Participle Past. - O Present Perfect Tense Ă© usado para expressar eventos que começaram no passado,sem mencionar um momento especĂfico, e ainda estĂŁo acontecendo atĂ© atualmente.".
22 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
As lacunas II, V, VI e VIII devem ser preenchidas respectiva e corretamente por:
a) that; who; when; what
b) who; which; which; when
c) when; where; that; whose
d) which; that; whose; where
e) whom; who; where; which
As lacunas II, V, VI e VIII devem ser preenchidas respectiva e corretamente por:
a) that; who; when; what
b) who; which; which; when
c) when; where; that; whose
d) which; that; whose; where
e) whom; who; where; which
đ Gabarito B
❑ Trecho da lacuna (II):
➭ "[...] The American neurologist, __(II)__ was spending a sabbatical year in England, saw nothing out of the ordinary: the grimy Underground station, a few dingy buildings, some pale gray sky."
➭ O neurologista americano, que estava passando um ano sabĂĄtico na Inglaterra, nĂŁo viu nada de extraordinĂĄrio: a estação de metro suja, alguns edifĂcios em mĂĄs condiçÔes, um cĂ©u cinzento pĂĄlido.
➭ Na lacuna, cabe gramaticalmente o pronome "WHO" introduzindo uma oração subordinada adjetiva explicativa, tecnicamente conhecida em inglĂȘs como "NON-DEFINING CLAUSE", onde no contexto, WHO funciona como sujeito do verbo "was spending" e refere-se ao substantivo (pessoa) "The American neurologist".
❑ Trecho da lacuna (V):
➭ "[...] Activity in the amygdala, __(V)__ monitors threats and registers fear, must be damped."
➭ A atividade da amĂgdala, que monitoriza as ameaças e regista o medo, deve ser amortecida.
➭ Na lacuna, cabe gramaticalmente o pronome "WHICH" introduzindo uma oração subordinada adjetiva explicativa, tecnicamente conhecida em inglĂȘs como "NON-DEFINING CLAUSE", onde no contexto, WHICH funciona como sujeito do verbo "monitors" e refere-se ao substantivo (coisa) "the amygdala".
❑ Trecho da lacuna (VI):
➭ "[...] Frontal- and temporal-lobe circuits, __(VI)__ mark time and generate self-awareness, must disengage."
➭ Os circuitos do lĂłbulo frontal e do lĂłbulo temporal, que marcam o tempo e geram a auto-consciĂȘncia, devem ser desativados.
➭ Na lacuna, cabe gramaticalmente o pronome "WHICH" introduzindo uma oração subordinada adjetiva explicativa, tecnicamente conhecida em inglĂȘs como "NON-DEFINING CLAUSE", onde no contexto, WHICH funciona como sujeito do verbo "mark" e refere-se ao substantivo (coisa) "circuits".
❑ Trecho da lacuna (VIII):
➭ "[...] What all the new research shares is a passion for uncovering the neurological underpinnings of spiritual and mystical experiences, - for discovering, in short, what happens in our brains __(VIII)__ we sense"
➭ O que todas as novas pesquisas compartilham Ă© a paixĂŁo por descobrir as bases neurolĂłgicas das experiĂȘncias espirituais e mĂsticas, - por descobrir, em resumo, o que acontece em nossos cĂ©rebros QUANDO sentimos...
➭ Na lacuna, cabe gramaticalmente o advĂ©rbio "WHEN"(QUANDO) em oraçÔes relativas, funcionando como pronome relativo.
23 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
As lacunas IV e IX devem ser preenchidas respectiva e
corretamente por:
(A) is dissolving; encounters
(B) is being dissolving; are encountering
(C) dissolved; has encountered
(D) dissolves; have being encountering
(E) have dissolved; have encountered
(A) is dissolving; encounters
(B) is being dissolving; are encountering
(C) dissolved; has encountered
(D) dissolves; have being encountering
(E) have dissolved; have encountered
đ ComentĂĄrios e Gabarito E
TĂPICO - VERB TENSES :
*Alternativa (A): is dissolving; encounters
*Alternativa (B): is being dissolving; are encountering
*Alternativa (C): dissolved; has encountered
*Alternativa (D): dissolves; have being encountering
*Alternativa (E): have dissolved; have encountered
*
*
*
*Alternativa (E): have dissolved; have encountered
• Trecho da lacuna (IV): a ação verbal (to dissolve) ocorre em um tempo nĂŁo preciso, portanto, cabe o uso do tempo verbal "presente perfect", ou seja, have dissolved, na 3ÂȘ pessoa do plural concordando com o sujeito composto.
"[...] In order to feel that time, fear and self-consciousness __(IV)__, he reasoned, certain brain circuits must be interrupted."
(Para sentir que o tempo, o medo e a autoconsciĂȘncia tivessem dissolvidos, ele raciocinou, certos circuitos cerebrais tinham que ser interrompidos.)
• Trecho da lacuna (IX): a ação verbal (to encounter) ocorre em um tempo nĂŁo preciso, portanto, cabe o uso do tempo verbal "presente perfect", ou seja, have encountered, na 3ÂȘ pessoa do plural concordando com o sujeito (we).
"[...] in short, what happens in our brains when we sense that we "__(IX)__ a reality different from - and, in some crucial sense, higher than - the reality of everyday experience,"
(em suma, o que acontece em nossos cĂ©rebros quando sentimos que "encontramos uma realidade diferente - e, em algum sentido crucial, superior - a realidade da experiĂȘncia cotidiana,")
24 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
According to the text, a place that is dingy (line 6):
(A) is rather dark and depressing and does not seem to have been well looked after.
(B) is new and in a generally good condition.
(C) costs a lot of money.
(D) has a lot of light or sunshine.
(E) is very damp and usually very hot, so that the air feels wet all the time.
(A) is rather dark and depressing and does not seem to have been well looked after.
(B) is new and in a generally good condition.
(C) costs a lot of money.
(D) has a lot of light or sunshine.
(E) is very damp and usually very hot, so that the air feels wet all the time.
đ ComentĂĄrios e Gabarito A
TĂPICO - VOCABULARY-ADJETIVE(dingy) :
According to the text, a place that is dingy...
*Alternativa (A): is rather dark and depressing and does not seem to have been well looked after.(Ă© bastante escuro e deprimente e nĂŁo parece ter sido bem cuidado.)
*Alternativa (B): is new and in a generally good condition.
• Um lugar "dingy" mostra "severe degradation"(degradação severa) e "neglect"(negligĂȘncia, abandono).
*Alternativa (C): costs a lot of money.(custa muito dinheiro.)
custa muito dinheiro.
• NĂŁo faz sentido dizer que um lugar "dingy" custa muito dinheiro.
*Alternativa (D): has a lot of light or sunshine.
• Lacking in light or brightness.(Falta de luz ou brilho)
*Alternativa (E): is very damp and usually very hot, so that the air feels wet all the time.(Ă© muito Ășmido e geralmente muito quente, de modo que o ar parece Ășmido o tempo todo.)
• Uso do adjetivo "dingy" que contextualmente sinĂŽnimo de "gloomy"(sombrio).
"[...] saw nothing out of the ordinary: the grimy Underground station, a few dingy buildings, some pale gray sky."
(não viu nada fora do comum: a estação de metrÎ encardida, alguns prédios sujos, um céu cinza claro.)
• dingy town, dingy house, dingy room.
25 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
The meaning of loathing (line 13) in the text is:
(A) the process of becoming old.
(B) the unhappiness that is felt by someone because they do not have any friends or do not have anyone to talk to.
(C) a feeling of fondness and caring, especially for another person.
(D) a feeling of great dislike and disgust.
(E) the fear of open spaces or of going outside your home.
(A) the process of becoming old.
(B) the unhappiness that is felt by someone because they do not have any friends or do not have anyone to talk to.
(C) a feeling of fondness and caring, especially for another person.
(D) a feeling of great dislike and disgust.
(E) the fear of open spaces or of going outside your home.
đ ComentĂĄrios e Gabarito D
TĂPICO - VOCABULARY-NOUN(louthing) :
The meaning of loathing in the text is:
*Alternativa (A): the process of becoming old.(o processo de envelhecimento.)
*
• LOATHING means "a hate coupled with disgust"(Ăłdio com nojo).
*Alternativa (B): the unhappiness that is felt by someone because they do not have any friends or do not have anyone
to talk to.(a infelicidade que alguém sente por não ter amigos ou não ter com quem conversar.)
to talk to.(a infelicidade que alguém sente por não ter amigos ou não ter com quem conversar.)
• LOATHING means a strong feeling of hating someone or something.
*Alternativa (C): a feeling of fondness and caring, especially for another person.(um sentimento de afeição e carinho, especialmente por outra pessoa.)
• LOATHING means "a strong feeling of hating someone".
*Alternativa (D): a feeling of great dislike and disgust.(um sentimento de grande antipatia e nojo.)
• LOATHING means a strong feeling of hating someone or something.
*Alternativa (E): the fear of open spaces or of going outside your home.(o medo de espaços abertos ou de sair de casa.)
• IDEIA CONTEXTUAL: loathings = Ăłdios.
"[...] My old yearnings, loathings, fear of death and insinuations of selfhood vanished."
(Meus antigos anseios, ódios, medo da morte e insinuaçÔes de individualidade desapareceram.)
• Outros exemplos:
• It fills me with loathing.(Isso me enche de Ăłdio.)
• She looked at him with loathing.(Ela olhou para ele com Ăłdio.)
• Sometimes in life you can feel passion, jealousy, sensuality, loathing, and love.(Ăs vezes, na vida, vocĂȘ pode sentir paixĂŁo, ciĂșme, sensualidade, Ăłdio e amor.)
26 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
According to the text, if you pinpoint (line 37) the cause of something:
(A) you consider that it is important.
(B) you put it in a particular place or position, especially in a careful, firm or deliberate way.
(C) you make a plan or diagram of it in order to show how it has developed in the past or will develop in the future.
(D) you do not succeed in understanding it fully.
(E) you discover or explain exactly what is causing or preventing it.
(A) you consider that it is important.
(B) you put it in a particular place or position, especially in a careful, firm or deliberate way.
(C) you make a plan or diagram of it in order to show how it has developed in the past or will develop in the future.
(D) you do not succeed in understanding it fully.
(E) you discover or explain exactly what is causing or preventing it.
đ ComentĂĄrios e Gabarito E
TĂPICO - VOCABULARY-VERB(to pinpoint) :
According to the text, if you pinpoint the cause of something:
*Alternativa (A): you consider that it is important.(vocĂȘ considera que Ă© importante.)
*
• TO PINPOINT means "discover or describe the exact facts about something", ou seja, vocĂȘ considera os fatos exatamente como eles sĂŁo, importantes ou nĂŁo.
*Alternativa (B): you put it in a particular place or position, especially in a careful, firm or deliberate way.(vocĂȘ o coloca em um determinado lugar ou posição, especialmente de uma forma cuidadosa, firme ou deliberada.)
*
• TO PINPOINT means "locate or identify exactly".
*Alternativa (C): you make a plan or diagram of it in order to show how it has developed in the past or will develop in the future.(vocĂȘ faz um plano ou diagrama dele para mostrar como ele se desenvolveu no passado ou se desenvolverĂĄ no futuro.)
*
• TO PINPOINT means "locate or identify exactly".
*Alternativa (D): you do not succeed in understanding it fully.(vocĂȘ nĂŁo consegue entendĂȘ-lo totalmente.)
*
• O objetivo do PINPOINT Ă© descobrir ou descrever os fatos exatos sobre algo, ou seja, entender algo na sua plenitude.
*Alternativa (E): you discover or explain exactly what is causing or preventing it.(vocĂȘ descobre ou explica exatamente o que estĂĄ causando ou evitando isso.)
*Alternativa (E): you discover or explain exactly what is causing or preventing it.(vocĂȘ descobre ou explica exatamente o que estĂĄ causando ou evitando isso.)
• TO PINPOINT means "discover or describe the exact facts about something".
• Outros exemplos:
27 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
De acordo com o texto, conclui-se que:
a) O neurologista James Austin Ă© um defensor da tese de que ciĂȘncia e religiĂŁo nĂŁo se devem misturar. O assunto Ă© polĂȘmico e as igrejas conservadoras nĂŁo estĂŁo aceitando a nova “teoria budista” proposta por pesquisadores americanos.
b) A principal preocupação do psicĂłlogo David Wulff sĂŁo os estudos teĂłricos sobre religiĂŁo, ciĂȘncia e qualquer conexĂŁo mĂstica entre ambos. O governo americano Ă© contra estudos de carĂĄter esotĂ©rico ou religioso.
c) O mĂ©dico Andrew Newberg, da Universidade da PensilvĂąnia, publicou um livro chamado “Why God Won’t Go Away” (Porque Deus NĂŁo IrĂĄ Embora). Seu estudo buscou identificar os circuitos cerebrais que controlam a espiritualidade atravĂ©s de exames tomogrĂĄficos do cĂ©rebro humano.
a) O neurologista James Austin Ă© um defensor da tese de que ciĂȘncia e religiĂŁo nĂŁo se devem misturar. O assunto Ă© polĂȘmico e as igrejas conservadoras nĂŁo estĂŁo aceitando a nova “teoria budista” proposta por pesquisadores americanos.
b) A principal preocupação do psicĂłlogo David Wulff sĂŁo os estudos teĂłricos sobre religiĂŁo, ciĂȘncia e qualquer conexĂŁo mĂstica entre ambos. O governo americano Ă© contra estudos de carĂĄter esotĂ©rico ou religioso.
c) O mĂ©dico Andrew Newberg, da Universidade da PensilvĂąnia, publicou um livro chamado “Why God Won’t Go Away” (Porque Deus NĂŁo IrĂĄ Embora). Seu estudo buscou identificar os circuitos cerebrais que controlam a espiritualidade atravĂ©s de exames tomogrĂĄficos do cĂ©rebro humano.
d) A pesquisa cientĂfica tradicional estĂĄ ajudando a desenvolver uma nova linha de estudos: a neuroteologia(a ciĂȘncia da religiĂŁo). O neurologista James Austin estĂĄ utilizando um teste chamado “existĂȘncia do cĂ©rebro divino” para justificar o efeito da oração na atividade cerebral.
e) Os pesquisadores tentam encontrar marcas neurolĂłgicas deixadas por experiĂȘncias mĂsticas e espirituais.O mais famoso deles, o psicĂłlogo David Wulff, da Faculdade Wheaton, em Massachusetts, afirma que a espiritualidade estĂĄ no cĂ©rebro, principalmente nos circuitos centrais, onde as emoçÔes controlam os sentimentos de transcendĂȘncia obtidos atravĂ©s da meditação.
đ ComentĂĄrios e Gabarito C
TĂPICO - IDEIA CONTEXTUAL ou INFORMAĂĂO DENTRO DO TEXTO :
De acordo com o texto, conclui-se que:
*Alternativa (A): O neurologista James Austin Ă© um defensor da tese de que ciĂȘncia e religiĂŁo nĂŁo se devem misturar. O assunto Ă© polĂȘmico e as igrejas conservadoras nĂŁo estĂŁo aceitando a nova “teoria budista” proposta por pesquisadores americanos.
*Alternativa (B): A principal preocupação do psicĂłlogo David Wulff sĂŁo os estudos teĂłricos sobre religiĂŁo, ciĂȘncia e qualquer conexĂŁo mĂstica entre ambos. O governo americano Ă© contra estudos de carĂĄter esotĂ©rico ou religioso.
*Alternativa (C): O mĂ©dico Andrew Newberg, da Universidade da PensilvĂąnia, publicou um livro chamado “Why God Won’t Go Away” (Porque Deus NĂŁo IrĂĄ Embora). Seu estudo buscou identificar os circuitos cerebrais que controlam a espiritualidade atravĂ©s de exames tomogrĂĄficos do cĂ©rebro humano.
*
*
*Alternativa (C): O mĂ©dico Andrew Newberg, da Universidade da PensilvĂąnia, publicou um livro chamado “Why God Won’t Go Away” (Porque Deus NĂŁo IrĂĄ Embora). Seu estudo buscou identificar os circuitos cerebrais que controlam a espiritualidade atravĂ©s de exames tomogrĂĄficos do cĂ©rebro humano.
• Afirmativa (C) alinhada com a informação no Ășltimo parĂĄgrafo:
"[...] In ”Why God Won’t Go Away,“ published in April, Dr. Andrew Newberg of the University of Pennsylvania and his late collaborator, Eugene d’Aquili, use brain-imaging technology to identify what seems to be the brain’s spirituality circuit."
(Em "Por que Deus não vai embora", publicado em abril, o Dr. Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvùnia, e seu falecido colaborador, Eugene d'Aquili, usam tecnologia de imagem cerebral para identificar o que parece ser o circuito de espiritualidade do cérebro.)
**
28 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
O texto deixa claro que:
a) O Dr. James Austin acredita que o cérebro é o mediador de tudo que sentimos e pensamos.
b) A prova da existĂȘncia do cĂ©rebro pode ser encontrada atravĂ©s do estudo do zen-budismo.
c) A neuroteologia concentra-se no estudo do medo da morte e de auto-insinuaçÔes.
d) Cada vez mais cientistas recorrem a experiĂȘncias espirituais para explicar a origem da vida.
e) A interrupção de certos circuitos do cĂ©rebro podem causar mau funcionamento das atividades das nossas amĂdalas.
O texto deixa claro que:
a) O Dr. James Austin acredita que o cérebro é o mediador de tudo que sentimos e pensamos.
b) A prova da existĂȘncia do cĂ©rebro pode ser encontrada atravĂ©s do estudo do zen-budismo.
c) A neuroteologia concentra-se no estudo do medo da morte e de auto-insinuaçÔes.
d) Cada vez mais cientistas recorrem a experiĂȘncias espirituais para explicar a origem da vida.
e) A interrupção de certos circuitos do cĂ©rebro podem causar mau funcionamento das atividades das nossas amĂdalas.
đ ComentĂĄrios e Gabarito A
TĂPICO - IDEIA CONTEXTUAL ou INFORMAĂĂO DENTRO DO TEXTO :
O texto deixa claro que:
*Alternativa (A): O Dr. James Austin acredita que o cérebro é o mediador de tudo que sentimos e pensamos.
*Alternativa (B): A prova da existĂȘncia do cĂ©rebro pode ser encontrada atravĂ©s do estudo do zen-budismo.
*Alternativa (C): A neuroteologia concentra-se no estudo do medo da morte e de auto-insinuaçÔes.
*Alternativa (D): Cada vez mais cientistas recorrem a experiĂȘncias espirituais para explicar a origem da vida.
*Alternativa (E): A interrupção de certos circuitos do cĂ©rebro podem causar mau funcionamento das atividades das nossas amĂdalas.
* Veja nas linhas 16 a 18 do texto.
*Alternativa (A): O Dr. James Austin acredita que o cérebro é o mediador de tudo que sentimos e pensamos.
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*
* Veja nas linhas 16 a 18 do texto.
29 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
Indicate the alternative that best completes the following sentence.
"If she had gone to the movies, ___________."
a) she might be sick now.
b) Jane would be busy.
c) she would like to call Jane.
d) she would have met Jane.
e) Jane will be happy.
Indicate the alternative that best completes the following sentence.
"If she had gone to the movies, ___________."
a) she might be sick now.
b) Jane would be busy.
c) she would like to call Jane.
d) she would have met Jane.
e) Jane will be happy.
đ ComentĂĄrios e Gabarito D
TĂPICO - IF-CLAUSE(3ÂȘ Condicional) :
*Alternativa (A): she might be sick now.
*Alternativa (B): Jane would be busy.
*Alternativa (C): she would like to call Jane.
*Alternativa (D): she would have met Jane.
*Alternativa (E): Jane will be happy.
*
*
*Alternativa (D): she would have met Jane.
*
• Sentença apresentada:
•"If she had gone to the movies, ___________."
• Qual o tempo verbal da IF-CLAUSE?
• O tempo verbal Ă© "past perfect"(had gone).
• "past perfect"(had gone) na IF-CLAUSE determina na IF-MAIN a seguinte estrutura "would have + PAST PARTICIPLE do verbo principal", ou seja:
• would have met.
• Sentença adequadamente preenchida:
•"If she had gone to the movies, she would have met Jane."
(Se ela tivesse ido ao cinema, ela teria conhecido Jane.)
30 – (MACKENZIE/SP-2002-VESTIBULAR-GRUPO I-1ÂșSEMESTRE)
In which of the sentences can “since” be replaced by “because”?
a) I have enjoyed science since I was a child.
b) I am interested in this article since I like science.
c) I’ve been studying science since 1988.
d) Lots of strange things have happened here since
last week.
e) Since his trip to the States, he’s been very ill.
a) I have enjoyed science since I was a child.
b) I am interested in this article since I like science.
c) I’ve been studying science since 1988.
d) Lots of strange things have happened here since
last week.
e) Since his trip to the States, he’s been very ill.
đ Gabarito B
❑ In which of the sentences can “since” be replaced by “because”?
a) I have enjoyed science since I was a child. – Gosto de ciĂȘncia desde criança. (IDEIA DE TEMPO)
b) I am interested in this article since I like science. – Interessa-me este artigo porque gosto de ciĂȘncias. (IDEIA DE RAZĂO, O PORQUĂ)
c) I’ve been studying science since 1988. – Estudo ciĂȘncias desde 1988. (IDEIA DE TEMPO)
d) Lots of strange things have happened here since
last week. – Aconteceram aqui muitas coisas estranhas desde semana passada. (IDEIA DE TEMPO)
e) Since his trip to the States, he’s been very ill. – Desde a sua viagem aos Estados Unidos, ele ficou muito doente. (IDEIA DE TEMPO)
b) I am interested in this article since I like science. – Interessa-me este artigo porque gosto de ciĂȘncias. (IDEIA DE RAZĂO, O PORQUĂ)
c) I’ve been studying science since 1988. – Estudo ciĂȘncias desde 1988. (IDEIA DE TEMPO)
d) Lots of strange things have happened here since
last week. – Aconteceram aqui muitas coisas estranhas desde semana passada. (IDEIA DE TEMPO)
e) Since his trip to the States, he’s been very ill. – Desde a sua viagem aos Estados Unidos, ele ficou muito doente. (IDEIA DE TEMPO)














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